Relacionamento e representação junto dos meios de comunicação
A indústria da comunicação social rege-se por regras e linguagens próprias.
É mesmo tempo um negócio conduzido por empresas mas, os seus interpretes, os jornalistas, são os únicos profissionais para quem a fidelidade e a lealdade não são devidos em primeiro lugar ao seu empregador. Os jornalistas escrevem para o público. Para quem compra o jornal, ouve rádios ou vê televisão. São ao mesmo tempo trabalhadores por conta de outrem e profissionais liberais.
São também palcos de simulação da vida social, é neles que se estabelece a “agenda” da sociedade atual. Neles se ganha notoriedade é também neles que se constrói e se perde reputação.
Com as novas tecnologias de comunicação e a generalização da produção de conteúdos a comunicação social toca todos. As pessoas, os negócios, as empresas e as instituições de modo continuado e inelutável. É uma irresponsabilidade continuar a fazer de conta que as notícias são apenas coisa dos outros.
Por isso é importante, na dimensão adequada a cada caso, saber estar representado junto de quem tem um papel tão decisivo na geografia atual.
Se o seu negócio ou atividade o leva a contactar com com o público ou entidades a sua empresa precisa de se fazer representar.





